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Portrait.
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"and the machine is bleeding to death." 5.31.2005
A lua eh Flicts.
postado por: Leonardo Fleck 8:05 PM
postado por: Leonardo Fleck 3:16 PM 5.30.2005 Cercados por agua verde e brisa marinha, hoje passamos o dia em Brighton, uma prainha distante uma hora de carro de Londres. Foi bom. Sol, chuva, friozinho. Passamos a maior parte do tempo no parquinho que tem dentro do pier de Brighton, um braco de madeira e ferro uns 500 metros no oceano. Ganhei tubaroes de pelucia acertando a pontaria nos buracos quadrados de uma goleria pintada na parede. Dei eles pra Nina e pra Dani. Ainda andamos de montanha-russa, perdemos dinheiro em maquinas caca-niqueis e fizemos todas aquelas coisas que criancas geralmente fazem em parques de diversoes. Ah, e eh cascalho e nao areia. Aguardo pelo calor do verao. postado por: Leonardo Fleck 7:44 PM 5.26.2005
Essa sensacao de que todos estao de passagem, assusta. Eu quero ir com o povo encher a cara no Alcatra, eu quero um churras de ovelha, eu quero um show da Blanched, eu quero um jogo do Gremio. Eu quero todo mundo perto. Acordei assim hoje, depois fica mais tranquilo, eu sei disso. Sim mae, eu vou voltar.
postado por: Leonardo Fleck 8:55 AM
A internet de casa estah pifada desde domingo, por isso nao tenho respondido como deveria alguns emails e tb nao tenho entrado no msn nas madrugadas, como de costume.
postado por: Leonardo Fleck 8:54 AM 5.20.2005
postado por: Leonardo Fleck 12:47 AM
Materia sobre a "cena" do Vale do Rio dos Sinos, escrita pelo Mini da Walverdes.
postado por: Leonardo Fleck 12:43 AM 5.17.2005
postado por: Leonardo Fleck 1:18 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:51 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:43 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:39 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:34 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:31 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:29 PM 5.16.2005
Aos que ficam, apenas a vontade de ter partido também. Saudade breve. Adoeceu o sentimento, de fato, mas ambos entendemos que o vínculo jamais será rompido. Vivemos a experiência. Pele. Nervos. Na memória, essa relação e sua ruína. Voltaríamos de Buenos Aires numa noite chuvosa. Porto Alegre nos receberia com neblina. Ela tentaria demonstrar tranqüilidade, mas ambos saberíamos o sentido dessa tentativa. Viveríamos num velho apartamento em Hamburgo Velho e encontraríamos sentido apenas aceitando o que não deveria ter acontecido. Teríamos tido filhos, com certeza. Ela teria sido atriz bem sucedida. Eu, bem, de mim sabe-se lá. Seríamos felizes, mas sempre ao meio. Faríamos longas viagens, passaríamos pelas paranóias de casais e por noites de prazer ensandecido. Eu largaria aquele vício com a chegada da segunda criança, ela abandonaria o trabalho com a morte da primeira - acidente de ônibus num passeio do colégio. Teríamos na meia idade dois filhos vivos. Ainda beberíamos vinho tinto seco nas noites mais propícias, cinema nas sextas e feriados, jantares, esperas e debates acalorados. Leríamos em voz alta sempre os mesmos livros. Teríamos paz apenas no silêncio do olhar do outro e na risada alta vinda do quarto de um filho. Seríamos o mais comum dos casais descomplicados, não fosse o medo que nos poupou desse martírio. Nós nunca embarcamos em Buenos Aires. postado por: Leonardo Fleck 3:25 PM 5.14.2005
postado por: Leonardo Fleck 5:57 PM
![]() postado por: Leonardo Fleck 5:43 PM
![]() postado por: Leonardo Fleck 12:36 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:35 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:34 PM
postado por: Leonardo Fleck 12:33 PM 5.12.2005
Resenha sobre o Blanched toca Angelopoulos.
postado por: Leonardo Fleck 10:03 PM 5.11.2005
Uma amiga me fez ler novamente trechos do meu proprio blog, especialmente estes:
postado por: Leonardo Fleck 1:10 PM 5.10.2005 Vi Nina Nastasia. Bonito show. Todos sentados no chao, clima intimista. Violao e acordeon, nada mais. Nao precisa. Um grande carpete vermelho, grandes lustres, grandes fotos em preto e branco pelas paredes. Lugar pequeno, ideal para festas de casamento, pensei. Adultos por todos os lados. Tres pessoas fotografando, talvez quatro comigo. "Eu nao acredito no poder do amor", ela cantou. Abri um sorriso. Tudo um pouco estranho. Senti, nao a vontade, mas a necessidade de abracar alguem com aquele carinho que se abraca uma namorada, sabe? Depois senti o vento frio da rua na volta pra casa. Foi um baita dia. postado por: Leonardo Fleck 10:38 PM 5.9.2005 Por estupidez perdi todos os emails que datam alem de 29 de novembro de 2004. Inacreditavel. postado por: Leonardo Fleck 10:11 AM 5.7.2005
![]() Ela vive em outra epoca, mas no presente. Minha Ua, a bisa, tah malzinha. As vezes eu fico pensando demais nessas coisas. O tempo nao perdoa, ou seria o contrario, seria o tempo o nosso verdadeiro perdao? Piedade senhor por vivermos demais? Piedade por vivermos mais do que os outros? Piedade por morrermos demais, vezes demais em vida de menos? Ao menos tenho a certeza de que foi plena. Guarda meu beijo mais demorado no teu rosto querido. Ua. Correu a primeira lagrima longe de casa, me sinto vivo. postado por: Leonardo Fleck 12:48 PM 5.5.2005
![]() postado por: Leonardo Fleck 12:14 PM
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